O termo micose é usado para se referir genericamente a infecções causadas por fungos. Podem ser classificadas em superficiais, cutâneas, subcutâneas e profundas, de acordo com a profundidade do acometimento do tecido.
Quais são os tipos de micose?
Entre as micoses superficiais e cutâneas mais frequentes, encontram-se:
- Pitiríase versicolor: popularmente conhecido como “pano branco” ou micose da praia. Provoca manchas claras ou acastanhadas no tronco e braços.
- Micose do cabelo (tinea capitis): quase sempre ocorre em crianças, causa queda de cabelo em placas.
- Micose dos pés (tinea pedis): também conhecida como frieira ou pé de atleta. Provoca rachaduras entre os dedos e descamação na planta. É mais frequente em esportistas.
- Micose da virilha (tinea cruris): mais comum em adultos obesos.
- Onicomicoses: as unhas dos pés são mais acometidas que a das mãos, devido ao uso de sapatos fechados.

Como evitar as micoses?
- Evite andar descalço em ambientes públicos – principalmente vestiários, saunas e ao redor de piscinas.
- Seque muito bem os pés e áreas de dobras após o banho.
- Evite compartilhar roupas, toalhas, escovas de cabelo e acessórios como bonés, pois estes podem transmitir fungos.
- Dê preferência por meias e roupas íntimas de algodão, pois as sintéticas retêm o suor.
- Evite uso de roupas de banho ou ginástica úmidos. Logo que terminar a atividade, troque por uma roupa seca.
Qual o melhor tratamento para a micose?
O tratamento é individual começando pela identificação do tipo de micose. Por isso o primeiro passo é a procura de acompanhamento dermatológico!
Dentre as opções de tratamento temos o uso de antifúngicos em shampoos, cremes, loções ou medicamentos via oral indicados pelo dermatologista, de acordo com o tipo de fungo, extensão e localização da infecção.

